Um dia antes do rodeio do peão em Barretos

Boa noite amigos e amigas da Cami.

      Hoje dia 19 de agosto de 2015, um dia antes do inicio da festa do peão em BARRETOS,  muita gente trabalhando nos últimos acertos. Como não existe bilheteria, podemos entrar em vários lugares que certamente amanhã não poderemos, como por exemplo dentro da arena onde acontece o rodeio. Melhor olhar as fotos.

Fiquem com Deus e até amanhã.

 

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De Ribeirão Preto para a Festa do Peão Boiadeiro em Barretos

Boa noite amigos e amigas da Cami.

        Então,  continuando nossa viagem pelo Brasil, depois de passar pelo posto Graal, fomos para Ribeirão Preto visitar um casal muito querido, nossos amigos. Acordamos lá no posto por volta das 8 hs, mas só saímos às 10 hs, sem pressa tomamos um café,  um bom banho no motorhome, levamos o Tor (nosso yorkshire)  para a voltinha matinal, o rapaz está se saindo muito bem,  não fez nenhuma vez necessidades dentro do motorhome, assim acabamos por chegar em Ribeirão por volta das 13 hs. Lá a Fernanda esperava com o almoço já pronto, um delicioso pernil suíno assado, aguardamos a chegada do Álvaro seu esposo que vinha de viagem, passamos então domingo e segunda com eles. Na segunda fomos até o centro de Ribeirão e tomamos dois choops na tradicional choperia Pinguim. Queremos deixar um agradecimento muito especial a nossos amigos, que Deus os proteja. Na terça feira viemos para o Parque do Peão aqui em Barretos. A festa começa na quinta feira dia 20 de agosto, mas os campings estão abertos, escolhemos o camping dos casados porque dizem ser mais calmo, e mesmo sem iniciar a festa da pra ter idéia do que pode ocorrer, pois é esperado mais de 200 mil participantes. Nos instalamos em um lugar quase vazio, por enquanto. No camping dos solteiros se houve música muito alta desde que chegamos. Durante a tarde estão sendo montados muitos toldos, e agora a  noite um grupo treina a abertura do evento, num desfile montado a cavalo com bandeiras. O dia foi bem agitado, agora vamos relaxar. Assim foram os dias 16,  17 e 18 de agosto de 2015.

Local da Cami em Barretos

Fiquem com Deus e até a manhã.

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Na zona rural de Itu

Boa tarde amigos e amigas da Cami.

  Saimos de Praia Grande rumo a Ribeirão Preto, mas antes, ainda na noite anterior a saída estavamos procurando para onde ir, a dúvida se ficávamos pelo litoral ou seguíamos em direção a Barretos, pois dia 20 de agosto inicia a Festa do Peão de Barretos, até lá vai uma semana por isso programamos passar na casa de amigos em Ribeirão Preto, Alvaro e Fernanda. Decidimos deixar o litoral norte de São Paulo para fazer com mais calma mais adiante, assim resolvemos subir rumo a Ribeirão sem destino certo de onde parar até o dia 16 quando combinamos de fazer a visita. Subimos pelo rodoanel Mário Covas, a paisagem é linda, os túneis são algo surpreendente,  para nós que nunca saimos do Sul via terrestre gostamos muito.  Um pouco antes de chegar a Campinas paramos em um posto de combustível,  porque devido a quantidade de kilometros rodados não sabíamos se restava muito ainda, acontece que o marcador da Cami é safado, engana o motorista, quando fica vazio ainda marca 3/4 de tanque. Certa vez ficamos na estrada, logo que a Cami veio para a família. E agora não é que estava quase vazio, então tratamos de encher e ja era umas 15 horas passada, resolvemos ficar ali mesmo naquele posto, paramos ao lado de uma familia que esperava uma carga para voltar a Mato Grosso. No outro dia após termos procurado para onde ir, deslocamos a Itu, para ficar no camping paineiras. Nesse local tem piscinas, lagos para pesca, restaurante, sauna, bilhar, local para caminhadas, natureza, e um preço de 60,00 reais para o casal de motorhome. Estamos ainda por aqui, hoje dia 14 de agosto, saimos talvez no domingo.

Fiquem com Deus e até a próxima.

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Praia Grande SP

Boa noite amigos e amigas da Cami.

          Ontem chegamos aqui em Praia Grande, e realmente a praia é grande, tanto em extensão  de mar quanto em número de edifícios. Primeiro deslocamos até parque municipal conhecido como Portinho , lá  estacionamos junto a entrada e enquanto  a Lilian preparava o almoço fui fazer o reconhecimento do local para decidir se era possível ficar por ali. O lugar é  muito bom, tem gramado, lugar para estacionar, lugar para pesca, loja de artigos de pesca, um restaurante, mas a noite não tem seguranca. Nos foi informado que era possível ficar ali, no entanto o lugar fica deserto a noite, decidimos então seguir, fomos até  próximo a Fortaleza que fica no extremo norte junto ao mar,  a partir dali seguimos beira mar atrás de  um lugar para ficar. Não  tem camping, procuramos por estacionamentos, e quase todos não aceitam ônibus ou vans ou até combi, disseram que a prefeitura não autoriza. Um aceitou, mas pediu 100,00 reais por dia, ofereceu água e luz, no entanto não ficamos e nem vou divulgar o local do no meu entender explorador. Seguimos então pela beira mar por uns 17 kilometros até  a praça onde estamos e pernoitamos ontem e vamos ficar ainda essa noite. Depois da chegada fomos conhecer a praça, fomos a uma mercearia bem próxima fazer umas comprinhas, e na volta ficamos de prosa com duas senhoras, uma a dona Irene moradora desde do ano de 1992, em uma casa humilde junto a praça, nos contou sua vida, dona de duas cadlinhas bem gordinhas, que fizeram uma festa com o Tor que ja estava animado, porque a tarde levou um suador de outra cadelinha no Portinho. A noite vi pela janela da Cami uma fogueira em um terreno baldio que fica em um dos lados da praça, cinco homes fazendo a fogueira e um churrasco em uma grelha, sai e fui até eles, puxei prosa e fui bater um papo. Eram todos nordestinos, que trabalham como zeladores nos edifícios em redor da praça,  uma vez por semana se reúnem para essa confraternização,  ali brincam e bebem, bebem muito, kkkkk. Levei a eles uma garrafa de cachaça de Marcelino Ramos, envelhecida, lá do Rio Grande do Sul, tomaram tudo e ainda ficaram com a garafa de recordação. O nome da cachara era “Fogo no Rabo”, e no rótulo de trás dizia as fazes do homem de acordo com a idade:

Até 2 anos – Inácio Pinto
3 a 4 anos – Inocêncio Pinto
5 a 6 anos – Créscio Pinto
7 a 10 anos – Jacinto Pinto
11 a 15 anos – Armando Pinto
16 a 20 anos – Gastão do Pinto
21 a 25 anos – Valente Pinto
26 a 30 anos – Amâncio Pinto
31 a 34 anos – Sobral Pinto
36 a 40 anos – Modesto Pinto
41 a 50 anos – Décio Pinto
51 a 60 anos – Caio Pinto
acima de 61 anos – Serafim do Pinto

    Foi a festa, assim fizemos amizade, dali logo me recolhi, a noite foi calma, afinal só  acordei pela manhã, que prometia um sol forte como de fato foi, curtimos a praia e depois um peixe frito na Cami, a tarde o tempo nublou e ficamos de molho, com umas saídas na praça, um pouco de violão,  uma tapioca a noite, internet e papo. Amanhã saímos, ainda não sabemos para onde. Assim foram o 20 e 21 dia de viagem pelo Brasil, com 1115 km rodados.

Fiquem com Deus e até amanhã.

 

 

 

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PERUIBE LITORAL SUL DE SÃO PAULO

Fazendo amigosBoa noite amigos e amigas da Cami.

        Chegamos aqui em Peruibe,  agora é fora da alta temporada então são poucas as pessoas na praia, quase ninguém,  no entanto pelo número de casas vazias e extensão do litoral que é habitado da para ter idéia do fervo de gente que deve ser por aqui no verão. O primeiro dia que foi ontem ficamos por perto do mercado do peixe, a praia é do tipo oceânica a água não estava clara, mas a margem de areia é  larga e firme, e tem um calçadão imenso com ciclovia e diversos kiosques muito bem organizados. Tem também um aquário que não visitamos, mas passamos em frente quando chegava uma viatura da equipe florestal da PM, trazendo uma ave ferida. No local onde estamos fica bem perto o mercado do peixe, lá compramos um camarão para o almoço,  fresquinho, uma delícia. A noite fizemos umas compras no mercado que fica no centro, conhecemos a igreja e programamos uma ida a Barra do Una, que fica dentro da reserva ecológica do Estação Ecológica Juréia, passando primeiro por Guarau e pela cachoeira do Paraíso. Fomos de moto, saímos cedo e levamos o Tor  numa mochila que improvisamos para acomodar o mesmo, no caminho até Guarau, que é todo asfaltado, vimos uma placa que indicava para a Prainha,  resolvemos descer, ali uma estrada de chão,  em péssimo estado, mas com uma maravilha de praia ao seu final, uma bahia  pequena com algumas casas e uma mansão,  mais parecia um castelo. Seguimos até Guarau uma localidade ao final do asfalto, uma praia bonita de água clara, com vários campings e pousadas, mas nenhum camping  que tenha entrada para ônibus. No acesso até o Guarau enfrenta-se uma serra bem acentuada, lá não tem posto de combustível,  depois seguimos até a cachoeira do paraíso,  ali o acesso é restrito a um número máximo de visitantes por dia, e é dada uma senha e na entrada da trilha um monitor passa um vídeo explicativo, e se anda depois por uns trezentos metros até a cachoeira. Com o nível baixo de água mais parecia um córrego, a água muito cristalina, por ali almoçamos a beira da água,  depois enfrentamos a volta pela estrada de chão que diga-se de passagem é muito ruim, tanto que resolvemos voltar no dia de amanhã para visitar a barra do una com ônibus de linha. Por esses dois dias, décimo quarto e quinto dia da viagem é isso, fiquem com Deus e até amanhã. 

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