Quem somos

Vista das trilhas

Antes da viagem:  Ano 2014, eu sou o Oriom e a Lílian minha esposa, mais a Camicleta que é o nosso motorhome, nos vamos viajar, conhecer lugares e pessoas, precisamos sair do conforto e desbravar novos lugares. O blog vai contar estas histórias. A Camicleta foi adquirida precisando de reparos e também ser equipada com itens para poder rodar e ter autonomia nas viagens e até que esteja pronta, vamos viajando pelas redondezas do Rio Grande do Sul. Eu Oriom, sou aposentado, tenho hoje 52 anos, capricorniano, gosto de fotografar, andar de bicicleta, estou sempre arrumando alguma coisa pra fazer, a quem diga quem sou hiper ativo. A Lilian ainda trabalha, mas vai pedir um afastamento para podermos viajar, ela também é e capricorniana, mas bem mais tranquila, muito companheira topa qualquer parada, caminhada, trilha, passeio de bike, com excessao de nadar, isso lhe apavora, no entanto em um rafting ja saltou rio a baixo levada pelas águas, isso sim e coragem! Já fizemos alguns audax de ciclismo de 200 km de percurso, corremos incontáveis rústicas de 10 km, adquirimos traumas e dores, muita experiência e agora vamos ganhar o mundo!

Durante a viagem: Fazem agora no próximo dia 23 de novembro de 2015, ou seja, amanhã, quatro meses que estamos na estrada viajando com a Camicleta, saímos de casa com o coração apertado para ganhar o mundo conforme última palavra do texto acima o que é muito mais do que conhecer novos lugares ou pessoas, mas sim nos conhecermos, como individuos e como parceiros. Estamos casados eu e a Lílian a 27 anos, e sempre estivemos muito próximos, mas não tão próximos quanto nesses últimos quatro meses. Aqui, dentro da Camicleta compartilhamos tudo, menos pensamentos, a não ser que comentemos sobre eles, no mais qualquer ação é vista, acompanhada e compartilhada.
Quando saímos tínhamos apenas a certeza de que precisavamos colher certa parte dos frutos de tudo que plantamos até hoje na vida, por isso a maior vontade, a de conhecer novos lugares, pessoas costumes, passa aos poucos a fazer parte quase de uma rotina com o passar dos dias, deixa de ser uma exigência diária, por isso quando um lugar é bom e ali estamos bem, ficamos mais tempo, até que volte a vontade de conhecer.
O novo sempre ocupa um espaço maior por isso leva mais tempo para ser digerido, interpretado, assimilado, e é isso que faz com que alguns lugares sejam mais atraentes do que outros.
Como na história da Camicleta do seriado da Globo, Shazan e Sherife, eles buscavam por uma peça especial para realizar o sonho da bicicleta voadora, sempre indo para São Paulo, seu destino traçado, mas sempre desviando seus caminhos com histórias novas. Nós também buscamos essa peça especial, porque a inquietude é a demonstração de que temos espaço para o novo, para o imprevisto, para novas histórias e nelas novos amigos, novas paisagens, e o mais importante mais entrosamento, muito mais amor.

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